Apunhalasta minha máin! (1996)
Ês uma baca uma galdéria
Uma miséria de mulher
Atras de ti só trazes medi confusom
U que tu dizes, u que pensas,
U que fazes, u qu'inbentas...
Essas bentas de maldade que sunhei
Num possu mais, num queru mais,
Num possu mais saber de ti;
Que ascu dá só de preber a situaçom
Cala essa boca miserábel i esse riso execrábel
I num penses implurar u meu predom.
Apunhalasta minha mãe, apunhalasta minha mãe
Apunhalasta minha mãe, apunhalasta minha mãe
Purcus rissois num tabom bons
I a carne tinha sala mais
I a salada era das tais que num tagrada
Purca TB num taba alta
I a nubela num soubia
I a familia discutia fetubol!
Purca balhota cu nerbosu
Ao ber que tu tabas nu gozu
Te derramou nu fatu nobu u "bechamol"
Num há razom, num tens razom,
Num há direitu, num está certu
Que pur isso tenha feitu tantumol.
Apunhalasta minha mãe, apunhalasta minha mãe
Apunhalasta minha mãe, apunhalasta minha mãe
Créditos
Sérgio Castro - Guitarra, Voz
João L. Médicis - Guitarra, Vozes
Álvaro Azevedo - Bateria
Miguel Cerqueira - Baixo, Vozes
Jorge Filipe Santos - Piano Electrico, Vozes
Luisa Carvalho - Vozes
Isabel Ventura - Vozes
Sobre este tema
Versão Reggae deste tema de Sermões a Todo o Rebanho (1990) gravado em 1996 e editado no Cumpiltório de 2007.

